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Sobre o Progresso

Este princípio de aceitar ambos o aceitável e o inaceitável como uma base intrínseca do funcionamento da vida como a conhecemos torna-se extraordinariamente difícil particularmente para o indivíduo Ocidental, crescido na aura, como diz Allan Watts, das aspirações Hebraico-Cristãs, pois ele parece negar qualquer possibilidade de “progresso”, um ideal que flui de suas visões lineares do tempo e da história (como distintos da cíclica). Realmente, toda empreitada da tecnologia Ocidental é de “fazer do mundo um lugar melhor” – ter prazer sem dor, riqueza sem pobreza, saúde sem doença. Porém, como está agora ficando óbvio, nossos esforços violentos de alcançar este ideal com tais armas como o DDT, penicilina, energia nuclear, computadores, transporte de automóveis, agricultura industrial, barragem, e obrigando todos, pela lei, a serem superficialmente “bons e ricos” estão criando mais problemas do que resolvendo-os. Estamos interferindo num sistema complexo de relacionamentos que não podemos compreender: quanto mais estudamos seus detalhes, mais ele nos escapa por revelar-nos ainda mais detalhes para serem estudados. Na medida que nós tentamos compreender e controlar o mundo, ele foge de nós. Ao invés de irritar-se com esta situação, deve-se perguntar o que isso realmente significa. O que é isso que foge quando perseguido, e não pode nunca ser pego? A resposta é a própria sombra, ou seja, si mesmo!

Advaita Fellowship Fevereiro 2016 - www.advaita.org

 

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